A gravidade da ofensiva do patronato no sentido de desregular o horário de trabalho e impor como jornada de trabalho "normal" as 10, 12 ou mesmo 14 horas por dia sem o pagamento de qualquer compensação a título de trabalho suplementar.
20 de janeiro de 2010
Haiti - INTERVENÇÃO DE ILDA FIGUEIREDO NO PE
Também nos associamos às condolências e ao lamento que todos fazemos à tragédia que se abateu sobre o povo do Haiti e manifestamos-lhe toda a solidariedade. Mas não podemos deixar de sublinhar algumas questões que consideramos fundamentais, começando por rejeitar que alguém ou algum país se procure aproveitar desta catástrofe para retomar o neocolonialismo, como parece indiciar o envio de milhares de soldados norte-americanos armados, esquecendo a pobreza em que vive a maioria da população, que continua vítima da exploração de multinacionais e de interferências externas, designadamente dos EUA.
Este é um momento para todos os apoios humanitários, a cooperação e ajudas à reconstrução que a nobreza e valentia do povo do Haiti merecem. Recorde-se que foi ali onde 400 mil africanos escravizados e traficados pelos europeus se revoltaram contra a escravidão e realizaram a primeira grande revolução social do continente americano. Não se deve tardar nos apoios urgentes e devidamente coordenados mas sem ceder às tentações neocoloniais.
Água volta a aumentar em Alcobaça
CÂMARApsd E GOVERNOps AUMENTAM AS DIFICULDADES
O CUSTO DA PRIVITIZAÇÃO
De 2005 a 2009, houve aumentos de 300% e 400%
+ 5,5% 2010
De 2005 a 2009, houve aumentos de 300% e 400% na grande maioria das facturas dos munícipes no que respeita (água, saneamento e resíduos sólidos).
Hoje a grande maioria dos alcobacenses, com esta proposta, vai pagar + 5,5% na água, exactamente no ano em que pela prática de muitos anos anteriores deveria haver uma redução.
Em muitos anos o critério básico de aumento foi o índice dos preços ao consumidor... Todos estes anos houve aumentos tendo em conta esse critério... Exactamente no ano em que o índice é -1% é a Câmara que decide aumentar 5,5% a água.
Câmara fez acordo ruinoso com a Empresa Águas do Oeste e este entra em vigor em meados de 2010 com aumento de 5,5%. A Câmara quer desta forma passar essa factura para os consumidores.
O vereador do PCP votou contra!
19 de janeiro de 2010
Mineiros de Aljustrel "com a porrada nos interrogatórios eu já caía, sempre sem dizer nada"
Retirado do Blog Cravo de Abril
“- Olhe, houve ali um problema com o seu marido mas não esteja em cuidados, que ele é capaz de não vir esta noite mas é capaz de vir amanhã!”
Isso nunca aconteceu, pois, porque eu fui levado para Caxias e estive incomunicável três meses. Estive três meses incomunicável. Ao fim de três meses sou levado para a António Maria Cardoso, que era a sala da tortura – onde estavam os pides todos! – sou levado para lá e estive quatro dias e quatro noites. Davam-me uma cadeira, e depois tiraram-me a cadeira e já não tinha sítio para me sentar nem nada!, e então com a porrada nos interrogatórios eu já caía, sempre sem dizer nada! E então ao fim de quatro dias levaram-me para o Aljube. Meteram-me numa cela em que para conseguir dar dois passos tinha que fechar a cama! Aquilo tem um grampo e a parede tem uma coisa onde se prende e a gente fica com aquele bocadinho para andar! Salvo erro eu tenho a impressão que dormi cerca de dois dias! Batiam-me à porta para me dar qualquer coisa de comida mas eu praticamente não comia. Tinha falta de descanso, aquele moer da cabeça… um gajo esgota-se, não é? Depois, periodicamente era levado para a Maria Cardoso para interrogatórios! Levar porrada! Porrada num gajo!
“- Então, diz lá como é que era aquilo, há quanto tempo pertencias ao Partido?
- Eu nunca pertenci a partido nenhum!”
18 de janeiro de 2010
Trabalho infantil
Mais de 200 milhões de crianças são obrigadas a trabalhar diariamente em diferentes países do mundo, segundo estima a Organização Mundial do Trabalho. O relatório, divulgado no dia 12, data mundial dedicada ao combate a este flagelo, indica que três em cada quatro dessas crianças e adolescentes estão expostos às piores formas de exploração laboral, designadamente tráfico, conflitos armados, escravatura, exploração sexual e trabalhos de risco. A OIT sublinha que estas actividades «prejudicam de forma irreversível o seu desenvolvimento físico, psicológico e emocional». Em Portugal, a Confederação Nacional de Acção Sobre o Trabalho Infantil (CNASTI) aponta falhas à fiscalização e assinala que, apesar das melhorias, não se pode dizer que o trabalho infantil se extinguiu. Existe em particular no meio artístico e na agricultura familiar, refere a CNASTI.
17 de janeiro de 2010
16 de janeiro de 2010
"Se o povo não se afastasse de deus não aconteciam desgraças"
Hoje, manhã bem cedo, desloquei-me ao mercado para comprar os habituais produtos hortícolas.
Aproximei-me da banca onde regularmente compro, e vi produtos muito frescos e viçosos
Com aspecto muito atraente. Escolhi, comprei e, quando me vinha embora perguntei à camponesa: - então o temporal não fez estragos nos teus terrenos e estufas?
- Respondeu: - Graças a Deus não!
- Tiveste sorte de o Deus estar no teu quintal e não se ter preocupado com os milhares de mortos no Haiti…
- Lá estás tu com essas coisas, deus sabe que eu acredito nele, rezo muito e, por isso, protege-me.
- Mas olha que no Haiti a maioria daquela gente também era muito crente ao seu Deus.
- Se Deus não os protegeu por alguma razão foi…
- Mas afinal parece que o teu deus não é assim tão poderoso como dizes, falei há pouco com o teu marido, disse-me que andou à chuva e ao vento a reforçar as estacas das estufas e que se não o tivesse feito tinha ido tudo pelos ares. Possivelmente não rezaste o suficiente ou o teu Deus ficou sem forças para segurar o resto das estufas e teve de ser socorrido, como ficou extenuado já não conseguiu acudir aos do Haiti, aos agricultores de Torres Vedras e tantos outros que ficaram sem nada.
- Tu és terrível :-)
“A religião é o ópio do Povo”
Pela boca morre o peixe...
Ainda o ano é um menino e já o País mergulha num turbilhão de palavreado e confusão. Sem uma só excepção, os órgãos que detêm o poder dizem e desdizem-se com a desfaçatez de quem paira acima de todas as suspeitas. É ler-se as entrevistas dos banqueiros e dos bispos ou as mensagens da quadra de Natal. Os grandes senhores revelam ter perfeito conhecimento dos gravíssimos problemas que minam a vida dos pobres e dos trabalhadores. Sabem que o capitalismo do Estado, tal como o praticam, conduzirá a nação à bancarrota e os pobres à miséria. Bem percebem que a culpa de tudo isto é sua, dos banqueiros e dos bispos. Mas não dão sequer um passo atrás. Pelo contrário, procuram deitar poeira nos olhos do povo. Chovem as falsas promessa que nunca serão cumpridas. Alastram o desemprego, as desigualdades e a amoralidade entre os políticos. Uma situação que se desenvolve desde há anos e tem na sua base a cupidez e a ambição. Os políticos que agora ocupam a governação têm longa experiência política, enriquecem com este estado de coisas e instalam-se nesta situação caótica que eles próprios criaram e garante às mil maravilhas o crime sem castigo. O que os não impede de subirem ao púlpito e pregar a moral cristã e os bons costumes. Assim, estão sempre inocentes. A culpa de tudo o que acontece é dos outros, dos pequeninos. Daí a grande embrulhada em que o País se encontra, a grande confusão do entrelaçar das mentiras. O jogo dos compadrios··A Igreja católicos cala e consente. Renuncia ao apostolado que anuncia e denuncia, como apostolicamente proclama. Vai mesmo muito mais além e intervém activamente nos grandes negócios que fomentam o lucro a qualquer preço. Tem duas faces: prega a Caridade e procura encobrir os escândalos das elites ricas. É uma «igreja tampão». As suas parcerias com o Governo de Sócrates e com a direita revela-se a cada passo. O Patriarcado debate-se com o sério problema de conseguir travar o contínuo declínio da influência da Igreja junto das populações. Mas os bispos também compreendem que a inversão da queda pode ser conseguida através da criação de novos laços de dependência dos pobres em relação às instituições católicas. Neste momento, diz o Governo, há em Portugal cerca de 2 milhões de pobres. Segundo as mesmas fontes, o desemprego atinge 600 000 trabalhadores dos quais apenas 260 000 recebem um subsídio equiparado ao salário mínimo nacional. As estatísticas admitem também que há 18 000 trabalhadores com salários em atraso. Sabe-se também que todos estes números ficam aquém da realidade e que a pobreza alastra galopantemente. E também é já evidente que a rede pública da Segurança Social é cada vez mais débil e inoperante. Em sentido inverso, as instituições católicas caritativas reforçam-se com verbas do orçamento do Estado e vão ocupando as áreas sociais que o Governo generosamente lhes oferece. Prepara-se, no segredo dos deuses, uma rede de instituições público/privadas «não lucrativas» com quadros fornecidos pelo «voluntariado» católico, financiada pelo Estado e por multinacionais, pela área bancária do Vaticano e pelo Sector Solidário da Igreja, o qual dirigirá todas as operações. O seu campo de acção será constituído por todos os subsectores sociais até agora reservados ao Estado - do desemprego à saúde. O peso do Estado esfumar-se-á. A reputação da Igreja avantajar-se-á aos olhos dos grupos sociais dependentes. O Estado laico servirá apenas para pagar as despesas da Caridade cristã. Esta gigantesca operação de trespasse cria, inevitavelmente, dificuldades de gestão. Assim, cumpre à Igreja providenciar estruturas dirigentes intermédias que permitam coordenar as acções futuras. Essa missão caberá a um Conselho Nacional do Voluntariado, uma espécie de gabinete ministerial da Sociedade Civil. Do seu seio irradiará uma rede de formações assistenciais com implantação nas autarquias. Na sua fase inicial o projecto envolverá 400 misericórdias e 19 hospitais. O Estado compromete-se a pagar à sociedade civil uma primeira «fatia» de 424 milhões de euros. Abrem-se as portas a um futuro Governo confessional. Assim vão as coisas no soçobrante mundo português. |
Hospital impõe medicamento mais barato - o privado funciona pior!
Grupo Mello Saúde, que gere o Hospital de Braga,mudou medicação a dezenas de doentes neurológicos,obrigando-os a assinar um "consentimento informado".
Mais de uma dezena de doentes acompanhados pelo Serviço de Neurologia do Hospital de S. Marcos, estão sem receber tratamento há mais de duas semanas. Em causa está a substituição do medicamento Octagam (imunoglobulina humana normal) por Flebogamma, um outro medicamento adquirido pelo Grupo J. Mello Saúde, actual responsável pela gestão do hospital, que os doentes afirmam ter efeitos secundários "insuportáveis".
"Tomei uma vez o novo medicamento e senti-me tão mal que acabei na urgência do hospital", disse, ao JN, Sílvia Rodrigues, doente com Miastenia Grave. Sílvia, tal como outros doentes, faziam o tratamento, em média, cinco dias por mês. "Já devia ter feito a medicação há duas semanas mas não sou capaz de receber o novo remédio, o hospital deu-nos garantias de que poderíamos voltar ao medicamento anterior mas não está a cumprir", afirmou.
Para a troca do medicamento, os doentes tiveram que assinar um "Consentimento Informado" onde autorizam o novo procedimento médico e as consequências ou complicações que possam daí advir. Cada documento, para além da assinatura do paciente, tem também a assinatura do médico que acompanha o tratamento. No local destinado à descrição do procedimento médico, alguns neurologistas fizeram questão de escrever que a substituição do IGIV Octagam por Flebogamma foi "imposto pelo Conselho de Administração".
Maria Costa e Silva, mãe de Susana Pereira, uma doente de neurologia, corrobora as críticas: "O Hospital de S. Marcos está a obrigar os doentes a responsabilizarem-se pelas consequências de um medicamento que não conhecem e que nunca tomaram".
Conceição Pereira recusou assinar o consentimento para a mudança de tratamento. "Estou há quase dez anos a tomar um remédio com o qual me sinto bem e que quase me ressuscitou e agora. Só porque mudou a administração do hospital, tenho que mudar?".
Em comunicado enviado ao JN, a administração do J. Mello Saúde confirma a mudança de medicamento. "O hospital, agora inserido num grupo de saúde que faz periodicamente os seus concursos para a aquisição destes produtos, tem disponível o medicamento em causa (Flebogamma), a imunoglobulina humana, aprovada pelo INFARMED e considerada como bioequivalente à outra marca comercial em uso no país", refere o documento.
"Só conheço o Octagam"
Carlos Fontes Ribeiro, especialista em farmacologia, diz que não há estudos europeus sobre bioequivalência e que, em medicamentos biológicos, não se pode falar em medicamentos "equivalentes ou similares".
"Só conheço o Octagam e, quando prescrevo o medicamento, refiro-me sempre como sendo imunoglobulina humana", diz por sua vez José Pereira Monteiro, neurologista no Hospital de Santo António e presidente do Colégio de Especialidade de Neurologia da Ordem dos Médicos.
Sem a medicação que costumavam tomar, os pacientes tentam resistir à doença. "Muitos de nós já fizemos uma reclamação no Livro Amarelo e tentamos reunir com a administração do hospital", frisou Sílvia Rodrigues. Com a administração do S. Marcos não foi possível reunir, mas um grupo de doentes conversou com o director de serviço de neurologia do Hospital de Braga. "O médico disse-nos que era preciso poupar nas despesas, comparou o hospital com a casa de cada doente e perguntou-nos se, na nossa casa, também não fazíamos poupanças", recordou Sílvia. "Assumida a qualidade do produto, o preço é um factor tido em conta para a escolha em concurso", finaliza o comunicado do Grupo Mello Saúde.
Original aqui
Administração Pública tem qualidade!
Administração Pública tem qualidade!
MÁ GESTÃO É DO GOVERNO!
Milhares de trabalhadores foram e continuam a ser os principais obreiros no crescimento do nosso país e na melhoria das condições de vida população.
A Administração Pública é essencial ao bem-estar dos cidadãos, ao progresso do país e à consolidação da democracia.
Os trabalhadores da administração pública lutam pela dignidade profissional e pessoal, porque não aceitam que os Governos de direita insistam numa política de redução de salários e do poder de compra, de retirada de direitos e destruição dos serviços públicos.
Lutam pelos salários, pela dignidade e pelos direitos!
Mas lutam também pelos serviços públicos, porque consideram que é possível gerir melhor e a privatização ou o desmantelamento da administração pública não serve o País, antes penaliza fortemente os trabalhadores e toda a população.
A má gestão dos serviços é responsabilidade dos seus dirigentes e dos Governos que os nomeiam!
Enquanto a maioria dos trabalhadores da administração pública tem salários pouco acima do Salário Mínimo Nacional os gestores públicos são dos mais bem pagos da Europa.
- As remunerações dos dirigentes da Caixa Geral de Depósitos ultrapassam os limites permitidos pela lei em 380% e na Empresa Pública Águas de Portugal em 150%.
- Os novos gestores hospitalares recebem 50% acima da tabela.
- O Governador do Banco de Portugal, Victor Constâncio, continua com um salário mensal de cerca de 20.000 euros, a que acrescem outras mordomias como viatura e um complemento de reforma de milhares de euros.
Este que aconselha, que os salários dos trabalhadores não deve ser aumentado em mais de 1%.
15 de janeiro de 2010
Professores derrotam Governo
| «Ainda há aspectos negativos que têm de ser rejeitados» |
|
«A retoma já chegou»!
«A retoma já chegou»!
Quem o diz é o Dr. Constâncio que, lá do alto do seuBanco, garante que «Portugal vai voltar a crescer este ano e crescerá ainda mais em 2011».
Quer isto dizer, então, que em 2010 a maioria dos portugueses vai viver melhor do que viveu em 2009?
Alto aí, nada de tirar conclusões precipitadas: quem vai viver viver melhor este ano do que viveu no ano passado é a minoria dos portugueses - porque como facilmente se compreende o «crescimento» não chega para todos...
BOM DIA A TODOS! enjoy the silence
Vejam o link aqui referente a primeira atuação deste talento, a prova que gente simples e humilde pode ir longe...
14 de janeiro de 2010
O ENGRAXADOR DE SAPATOS
É um cigarro que se acende
É um café e um copo de aguardente ...
Com os dedos se dá um estalinho...
E vem logo o rapazinho a correr,
Com a caixa debaixo do braço...
Todo atarefado,
Com os olhos espertos
Quase tapados pelos cabelos negros,
Engraxa os sapatos...!
O pano dá estalos,
As escovas dançam no ar...
As suas mãos parecem aranhas que tudo querem apanhar...
Quando a sua cara, nos sapatos se reflecte, está pronta a obra.
Que é uma obra de arte...
Um pouco a medo, ele toca com o dedo e diz:
- Senhor...!
Estica a mãozita, toda suja de graxa...
O homem paga sem sorrir,
E ele mete a ingratidão na caixa...
Com os dedos se dá um estalinho...
E vem logo o rapazinho a correr,
Com a caixa debaixo do braço...
Todo atarefado,
Com os olhos espertos
Quase tapados pelos cabelos negros,
Engraxa os sapatos...!
O pano dá estalos,
As escovas dançam no ar...
As suas mãos parecem aranhas que tudo querem apanhar...
Quando a sua cara, nos sapatos se reflecte, está pronta a obra.
Que é uma obra de arte...
Um pouco a medo, ele toca com o dedo e diz:
- Senhor...!
Estica a mãozita, toda suja de graxa...
O homem paga sem sorrir,
E ele mete a ingratidão na caixa...
Da Poeta: CARINA PORTUGAL ESTRELA
"Crédito mal parado..."
Ao ouvir ontem as noticias, confesso que fiquei emocionado e até pensei em dar algum do meu pobre salário para ajudar os banqueiros e seus lacaios.
“O crédito mal parado das empresas e particulares sobe, diariamente, aos milhões de euros” – mencionava a referida notícia numa dessas televisões sempre aplicadas a “informar-nos convenientemente”.
No entanto não informam sobre os milhões de euros ganhos, diariamente, pela banca e dos chorudos ordenados auferidos pelos respectivos administradores.
Como é possível que em tempo de crise os bancos e as grandes empresas, privadas, continuem a arrecadar milhões de lucros quando a maioria das pequenas e médias empresas estão a falir e os trabalhadores passam fome?
É fácil perceber, nos bancos tudo se paga, os cheques são caríssimos, os extractos pagam-se, as fotocópias pagam-se, as anuidades dos cartões e juros elevadíssimos pela sua utilização, reduzem o número de trabalhadores e os que ficam são obrigados a trabalhar mais horas.
Recebem milhões do estado, dos nossos impostos, tudo fruto do nosso trabalho, para manterem os níveis de lucro o mais alto possível.
Pagam menos imposto ao fisco que um trabalhador que vive apenas do salário.
Para que serva esta campanha? – Argumentos para pagarem menos impostos e exigirem mais ajudas do Estado e como já estão a fazer, apelar para uma grande contenção salarial?
Sim, é isso e muito mais. Querem a privatização do que ainda continua estatal: caixa Geral de Depósitos, TAP, ANA, REN, Segurança Social, Sistema de Saúde e tudo o que lhes possa continuar a encher os bolsos.
NÃO ESQUECER! se não fosse algum apoio a pobresa era de +40% em 2005
É preciso não esquecer de quem são as responsabilidades pela situação a que chegámos no nosso país. São de sucessivos Governos e da sua política de direita.
A política de direita é responsável pelo aumento das desigualdades, pela dimensão da pobreza, em consequência dos baixos salários e pensões e prestações sociais degradadas. o video abaixo é de 2005 = 2milhões Pobres
13 de janeiro de 2010
A ofensiva contra a Função Pública e o serviço público
Neste texto de enorme interesse para todos os trabalhadores e não apenas os da função pública, o autor, Pedro Carvalho desmonta a falácia neoliberal que o governo PS de José Sócrates levou a um extremo onde a direita tradicional não conseguiu chegar.A desqualificação dos serviços, através da diminuição de recursos, meios e funcionários, é sempre o primeiro passo para justificar para a privatização ou mesmo encerramento do serviço.E o encerramento de serviços implica na grande maioria dos casos um contributo para acelerar a desertificação de uma determinada localidade ou região. Por outro lado, questões de eficiência e qualidade muitas vezes foram levantadas para justificar o encerramento de centros de saúde, maternidades ou urgências, ou noutros casos, a relação custo/benefício na manutenção de um determinado serviço, quando logo após o encerramento o serviço passa a ser garantido por privados. - Pedro Carvalho* - 08.01.10
O socialismo é outra coisa! Não pode ser visto com óculos de negócio.

O que surge primordial na notícia é o facto do Ministério da Saúde pagar 2.500 euros por mês cada médico e estes só receberem 500 euros. E começa desta forma capciosa «Cada médico cubano contratado pelo Estado português recebe apenas 500 euros de salário pago pelo Ministério da Saúde através do governo de Cuba», assim lançando a... polémica, em que não faltam achas (para a fogueira...) de um dirigente de um sindicato (independente) de médicos, de um secretário de Estado (que não se cansa de dizer que «este foi um bom negócio (!) para Portugal e que está a dar bons resultados»)
E também há depoimento de médicos cubanos, apesar do "veneno" de um parágrafo que diz que «A maioria destes médicos não quer falar à imprensa por "não estar autorizado", segundo confessou (!) ao CM um dos clínicos».
Fica também a saber-se que os médicos cubanos têm habitação (incluindo água, electricidade, gás, televisão e internet) e transporte garantidos pelos municípios da região onde estejam colocados. E o casal colocado em Alpiarça falou (!) ... e disseram-se "muito satisfeitos" e "adaptados". E mais coisas sobre o exercício da sua profissão. Aqui e em Cuba.
Não faltarão, evidentemente, aliciamentos para que os médicos cubanos se "privatizem", e passem a receber individualmente o que governo português paga ao Estado cubano, embora, no entanto, esse facto (político) pudesse não convir ao "bom negócio" do governo português - que é com o governo de Cuba - e assim seria prejudicado.
Mas vejamos a polémica, para que polémica seja, de outra perspectiva, não de negócio:
Os médicos cubanos são médicos porque o Estado cubano, a sociedade cubana, criou condições para que a sua formatura não fosse um "investimento pessoal" mas a preparação para o exercício de uma profissão útil aos outros, em que possam, como escrevia Marx aos 17 anos, "acima de tudo, trabalhar para a humanidade". E, por isso, o nível da saúde pública em Cuba não pode ser ignorado e permite estes "negócios", a que chamaria, do outro lado da polémica, solidariedade, por mais que se queira vilipendiar o Estado cubano tal como é, e por mais que o ataquem e dificultem o seu desenvolvimento.
Polémico será também corrigir começo da mesma notícia. Escreveria assim: «O Estado cubano paga 500 euros a cada médico cubano e, segundo o contrato feito com o governo português, esses médicos terão direito a habitação e transporte gratuitos. Dado esse acordo entre os Estados, esses médicos cubanos vêm, solidariamente, contribuir para atenuar o problema da falta de médicos em Portugal, e o Estado cubano receberá uma compensação de 2.500 euros por cada médico cubano que se disponibilize para essa tarefa, verba que utilizará como entender, por exemplo, na criação de condições para que ainda mas melhor a saúde pública, e mais médicos se formem em Cuba, para ser possível reforçar essa solidariedade.»
O socialismo é outra coisa! Não pode ser visto com óculos de negócio.
Histórias pouco transparentes
Que dizer dos 30 milhões de «euros» que o Patriarcado salvou a tempo da derrocada do BPP para depois os colocar nos off-shores das ilhas Caimão, lucrando 7 a 8 milhões com a operação para em seguida, investir o dinheiro na construção da Nova Basílica do Santuário de Fátima? A notícia deste caso veio em poucas linhas em alguns jornais e logo foi «abafada». Também nunca foram objecto de investigação os fluxos milionários que alimentam os jogos da «Santa Casa», os caudais monetários que escorrem para os Bancos Alimentares, os dinheiros das redes católicas de apoios sociais, os constantes subsídios que a Segurança Social transfere para as IPSS e... um mar de outras histórias pouco transparentes.
12 de janeiro de 2010
O fosso cada vez maior entre ricos e pobres
Num país como Portugal, que ocupa um lugar cimeiro entre as nações com desequilíbrios de rendimentos mais chocantes, os grandes especuladores da bolsa ganharam, num só ano, mais de 5 mil milhões de euros de lucros líquidos!... Sem nada de útil produzirem; só com a compra e venda de interesses financeiros, com as privatizações e com os subsídios milionários que Sócrates oferece generosamente aos especuladores. Entretanto, a nível da acção governamental os ministros discutem até ao centavo os aumentos do salário mínimo, os subsídios de desemprego e os montantes das verbas orçamentais a investir no desenvolvimento real da economia. Reservam para a banca e para a Igreja os fundos europeus previstos para a modernização do aparelho económico. Para sobreviverem à crise, os bancos absorvem biliões. Quanto à Igreja, rezam as contas públicas, apenas no exercício de 2008, em nome do combate à pobreza, o Estado pagou às instituições católicas 90 milhões de euros... Essas mesmas instituições já recebiam dotações anuais, através do Orçamento do Estado, de mais de 1000 milhões de euros!
"Os Escravos também se Libertaram"
Há conversa com uns amigos esta manhã bem cedinho, onde as ideias saem fresquinhas, embora algumas já com teias de aranha, mas por enquanto ainda na cabecinha de muita gente.
Dizia um; - Há gente que não quer trabalhar, passam o dia sem fazer nenhum e um gajo a trabalhar a vida inteira e quando precisa de algo a primeira coisa que dizem “há pois sabe mas você não tem direito a isso”.
O outro abanava a cabeça em sinal de concordância.
Sorte a minha que sendo o único a contrariar estas posições, não me encontrava sozinho naquela roda…este tipo de paleio já tem pouca audiência…
Então argumentei:
Porque temos nós raia miúda de nos criticar uns aos outros todo o tempo e com isto deixamos os culpados isentos de critica? - “São estes que comem tudo e não deixam nada”, ou apenas os restos para que nos mantenhamos a mexer o necessário para trabalhar.
Já é sabido há muitos anos que a tecnologia apenas está ao serviço de alguns, esta substitui-nos no trabalho e ainda bem, mas não nos substitui nas contribuições: impostos, compra de bens essênciais. Que se registe que sou a favor da tecnologia e que esta nos substitua cada vez mais nos trabalhos pesados, mas a mais valia deve ser para nós todos. Para que venha a tornar-se realidade temos que intervir, lutar e sensibilizar e não nos deixarmos levar pela cantilena do costume.
Haverá quem perca alguma coisa outros há que perdem tudo mas o objectivo é que a maioria se liberte para poder construir uma sociedade sem exploração do homem pelo homem.
A crise somos nós que a pagamos mas são os causadores desta que saem beneficiados.
Bancos, seguradoras, laboratórios e farmacêuticas, os grandes grupos privados, os nossos governantes (quer dizer, os governantes deles) à 35 anos a esta parte que sem pestanejar adiantam milhões aos que roubam e cometem fraudes atrás umas das outras.
E, como se não bastasse, de forma descarada, gozam connosco, os lucros apresentados em tempo de crise são astronómicos, com investimentos no estrangeiro à nossa custa e em prejuízo do país, ganham-no aqui mas vão investir e criar postos de trabalho onde lhes é mais rentável, e explorar a mão-de-obra barata e infantil. Lá se vai a bandeira...
Sinceramente, está na altura de aumentar o tom da voz, de nos juntarmos e mandar o sistema prás urtigas.
Não desistas de acreditar, os escravos também se libertaram, muitas revoluções já se fizeram e muitas mais se irão fazer, participa na luta porque a vitória será nossa.
Quem luta nem sempre ganha mas quem não luta perde sempre!
11 de Janeiro de 2010
No limiar de uma nova década
| Estamos no limiar de uma nova década. Entramos nela com renovados motivos de confiança no projecto revolucionário do Partido e no papel insubstituível do PCP ao serviço dos trabalhadores e do povo. Mas também de sérios motivos de preocupação com o rufar cada vez mais alto dos tambores de guerra imperialista que os EUA, agora com o Iémen, estão a espalhar pelo mundo. Uma nova década... Os especialistas em cenários especulativos sobre a situação internacional que tanto gostam de datas simbólicas, aí estão uma vez mais com os seus iluminados vaticínios sobre a década que agora começa. Mas vê-se que estão inseguros e inquietos, que os abandonaram as «certezas» dos anos de ouro do capitalismo que se sucederam às trágicas derrotas do socialismo, vêem-se forçados a reconhecer que a evolução mundial não foi a que desejavam e anunciaram. Depois de uma «década perfeita», ou seja, de vertiginoso e violento avanço do imperialismo, a década passada foi, no dizer de dois conhecidos analistas do Público de 30 de Dezembro, uma «década imperfeita» ou mesmo uma «década perdida». Mas se na marcha triunfante do capital surgiram dificuldades que não previram, o «fim da História» (vide triunfo incontestado do capitalismo), em lugar de desmentido e ridicularizado, ficou, a seu ver, apenas «adiado». Há por isso que manter firmemente o rumo. Mesmo se os EUA estão em declínio é em torno desta super-potência e sob a sua liderança que o imperialismo deve unir-se prosseguindo o reforço da NATO, o fortalecimento da União Europeia como bloco imperialista, a corrida armamentista, a intensificação do anticomunismo e dos ataques a liberdades e direitos fundamentais e as agressões a países soberanos. A insólita campanha desencadeada por Obama a pretexto do «atentado falhado» do dia de Natal vem certamente confortar o seu desprezo pelos valores da paz e da amizade entre os povos. É porém mais que provável que a vida lhes reserva novas decepções. |
11 de janeiro de 2010
Só o controlo público da EDP defende os interesses nacionais!
| Segunda, 11 Janeiro 2010 CONFERÊNCIA DE IMPRENSA COM VASCO CARDOSO, DA COMISSÃO POLÍTICA DO PCP | |
O PCP considera que os recentes factos ocorridos na região do Oeste evidenciam as consequências inevitáveis do processo de privatização da EDP enquanto empresa responsável pela produção e distribuição de energia eléctrica. Vasco Cardoso, em conferência de imprensa, reclamou do Governo a tomada de medidas para a recuperação do controlo público da EDP e anunciou duas iniciativas na AR,visando limitar o aumento das tarifas e dos preços de venda de electricidade a clientes finais.Os recentes factos ocorridos na região do Oeste no final do ano de 2009, onde o agravamento das condições meteorológicas com fortes ventos provocou danos consideráveis na Rede Eléctrica de Distribuição, bem como a debilidade de resposta por parte da EDP - seja na rápida reparação dos danos sofridos, seja na desresponsabilização pelos prejuízos causados às populações que se viram privadas de energia eléctrica durante seis dias - vieram evidenciar, se outras razões não existissem, as consequências inevitáveis do processo de privatização da EDP enquanto empresa responsável pela produção e distribuição de energia eléctrica no país. |
Investimento da EDP na conservação da rede eléctrica diminuiu desde 2005
Estava na cara, não era ?
Posted by VÍTOR DIAS aqui
Veja aqui artigo relacionado
Talvez este título a seis colunas na primeira página doPúblico de hoje permita recordar que, entre outras, uma das principais objecções à privatização da EDP formulada na altura própria pelo PCP foi a de que a lógica da maximação de lucros inerente a esta privatização de uma empresa que presta um serviço de interesse público poderia facilmente conduzir a resultados como este que hoje sobe à cara doPúblico. Quem quiser que se dê ao trabalho de fazer a respectiva pesquisa, mas eu por mim quase que juro que essas atempadas denúncias e prevenções não tiveram, à época, um décimo do destaque que têm hoje esta óbvia consequência da privatização da EDP.
Posted by VÍTOR DIAS aqui
Veja aqui artigo relacionado
10 de janeiro de 2010
Localização do novo Hospital oeste-norte questionada pela CDU
O processo do Hospital Oeste Norte voltou a ser motivo para novo pedido de esclarecimentos do vereador da CDU à Câmara. O vereador Rogério Raimundo quis saber qual o ponto de situação do processo para a criação do Hospital Oeste Norte junto da actual liderança da Câmara Municipal de Alcobaça. O vereador lembrou a posição defendida, desde o inicio, pela CDU, que apela à «criação de um consenso entre as forças partidárias de Alcobaça e o Ministério da Saúde, no sentido de manter em funcionamento o Hospital Bernardino Lopes de Oliveira, em Alcobaça, mesmo depois da abertura do Hospital Oeste Norte, que é disputado por Caldas da Rainha e Alcobaça». Depois da polémica à volta da escolha do concelho de Alcobaça (Alfeizerão) como a melhor localização para o Hospital e da criação de um novo grupo de trabalho do Ministério da Saúde para voltar a estudar o melhor espaço de localização, deixou de se falar na problemática.
ESTATISTICAS...
Na segunda-feira após o natal um amigo convidou-me para almoçar. Pedimos um frango para os dois mas como não me apetecia comer fiquei-me pela salada e pelas batatas fritas, fomos conversando e no final ele tinha comido o frango sozinho. Estatisticamente comemos ½ frango cada um.
Por acaso, nessa altura, a televisão anunciava, com grande destaque, que as viagens de fim de ano para as Caraíbas tinha esgotado e mais portugueses iam aproveitar as mini-férias em lugares mais quentes.
O meu amigo voltou-se para mim e comentou; dizem que há crise mas cada vez mais gente vai para o estrangeiro passar férias nesta altura, já não percebo nada disto.
É fácil de perceber, só não percebe quem não souber fazer contas, são 15 ou 20 mil pessoas que têm possibilidades de fazer férias quando querem e onde lhes apetecer, os 650 mil desempregados e os cerca de 3 milhões de pobres não têm possibilidades de o fazer, possivelmente nem dinheiro têm para comer. A comunicação social, da forma como transmite estas notícias faz-nos acreditar que vai tudo bem e até parece que anda o povo todo a viajar.
Então vamos supor que os que vão de férias agora passaram cá o natal e só partiram no domingo dia 27 de Dezembro, até quinta, véspera de ano novo são 5 dias.
Se deslocarem 20 aviões por dia com 250 pessoas cada para esses destinos, no fim dos 5 dias foram de férias 25 mil pessoas; encheram os aviões, esgotaram os “pacotes turísticos” e deram azo a notícias “bombásticas” por parte de jornais, rádios e televisões.
"Eu era feliz, e não quero esquecer"

Acreditem, disse-a Angela Merkel
Raramente tão poucas palavras disseram tanto ou, pelo menos, propiciam tantas reflexões sobre quem diz e porque o diz e que, sendo quem é e vindo de onde veio, é capaz afrontar neste termos um dominante mundo de clichés, caricaturas e simplificações. Essas palavras estão hoje no final de uma peça na página 6 do Público e foram ditas pela actual Chanceler da República da Alemanha, Angela Merkel, cuja família - segundo biografia no mesmo jornal se mudou em 1954 da República Federal Alemã para a República Democrática Alemã.
«No entanto, se era uma ditadura do proletariado,
"não era tudo preto ou branco", concluiu Merkel.
"Eu era feliz, e não quero esquecer
esses 35 anos da minha vida"
"não era tudo preto ou branco", concluiu Merkel.
"Eu era feliz, e não quero esquecer
esses 35 anos da minha vida"
original: o tempo das cerejas* em 09-11-2009
FACE OCULTA - Corria o ano de 1993
Caminhos de ferro, sucata e Cª.
por VÍTOR DIAS* em 18-12-2009
No quadro de uma referência à interpelação ao Governo ontem realizada na AR pelo PCP sobre transparência das políticas públicas, o jornal i traz a seguinte notícia:« Face Oculta - PCP : Manuel Godinho fazia negócios estranhos desde 1993 /Os comunistas confrontaram o governo com uma queixa dos trabalhadores da CP sobre um negócio de 50 toneladas de ferro.O negócio das sucatas subiu ontem ao plenário do Parlamento . O PCP denunciou ontem no Parlamento um negócio entre a empresa de caminhos de ferro (CP) e o sucateiro Manuel Godinho, detido preventivamente no âmbito do processo Face Oculta, que levanta suspeitas sobre a data em que o empresário terá começado a beneficiar das empresas do sector do Estado. O negócio data de 1993, ano em que os trabalhadores da CP questionaram por que razão a empresa vendeu toneladas de ferro ao sucateiro por preços muito inferiores aos da compra.
saudades da democracia, quando voltas tu?
| Auto-Estradas do Atlântico Censura e perseguição |
| O deputado comunista Bruno Dias exigiu do Governo uma resposta «firme e exemplar» à atitude da Auto-Estradas de proibir contactos e distribuição de informação das estruturas sindicais aos trabalhadores da empresa. Em causa está uma «informação» interna assinada pelo supervisor de portagens dirigida aos trabalhadores onde expressamente se afirma que «não é permitido a qualquer entidade (sindical ou de outra natureza) realizar contactos, distribuir ou afixar informação dentro das instalações da empresa». Uma medida que o parlamentar comunista classifica de «escandalosa», fazendo lembrar os anos de ditadura fascista onde as «perseguições, a repressão e a censura eram uma prática quotidiana». |
9 de janeiro de 2010
Desemprego em Portugal chegou aos 10,3
Dados Eurostat por RTP
actualizado às 11:41 - 08 Janeiro '10
actualizado às 11:41 - 08 Janeiro '10
Desemprego em Portugal atinge os 10,3 por cento em Novembro
publicado 11:04 08 Janeiro
Desemprego em Portugal chegou aos 10,3 por cento em Novembro
(RTP)
Em Portugal a taxa de desemprego em Novembro chegou aos 10,3 por cento. Já na Zona Euro o desemprego atingiu os 10 por cento em 16 países, o que acontece pela primeira vez desde que a moeda única foi introduzida em Janeiro de 1999. Os números são avançados hoje pelo Eurostat, a organização de estatísticas europeia, que anuncia ainda o crescimento da economia.»
" A OMS sai muito chamuscada desta situação"
O director do Centro de estudos de Medicina Baseada na Evidência acredita que o investimento na vacinação em grande escala não se justifica.
Não concorda com a vacinação em massa contra a gripe A e acredita que as decisões de comprar milhões de doses foram meramente "políticas"(...)
(...) «acho que esta doença não tem gravidade suficiente que justifique a vacina a vacinação maciça. Entendo que, como neste momento o impacto global da doença na população portuguesa, comparando com outras, não é tão importante como isso, então a despesa envolvida não se justifica. É só nesta altura que uso o argumento do dinheiro. Há quem calcule que o gasto [todos os custos com a doença] já ascende a 67 milhões de euros. Não é razoável.
Então os portugueses continuam a morrer tranquilamente de doenças cardiovasculares e estamos todos preocupados com a gripe?»
(...) «acho que esta doença não tem gravidade suficiente que justifique a vacina a vacinação maciça. Entendo que, como neste momento o impacto global da doença na população portuguesa, comparando com outras, não é tão importante como isso, então a despesa envolvida não se justifica. É só nesta altura que uso o argumento do dinheiro. Há quem calcule que o gasto [todos os custos com a doença] já ascende a 67 milhões de euros. Não é razoável.
Então os portugueses continuam a morrer tranquilamente de doenças cardiovasculares e estamos todos preocupados com a gripe?»
Subscrever:
Mensagens (Atom)




