Além!
Porque o silêncio é às vezes o caminho mais dificil, é preciso encontrar avenidas de tambores a rufar entre tantas mordaças, para construir a sempre inacabada e desejada felicidade, de viver sempre a juventude presente. Tempo de desejo é sempre tempo de Futuro.
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25 de janeiro de 2013
31 de julho de 2011
Água - o perigo da privatização.
É de facto uma realidade, que se tem passado nalguns países. Também aqui neste cantinho à beira da água salgada plantado, pretende agora este governo levar por diante intenções antigas.
Criando um clima de fatalidade e que para sair da crise tudo estará em jogo e todos os sacrifícios terão que ser feitos. Vão nos privando aos poucos dos mais básicos direitos...
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Hoje, Domingo, o último do mês de Julho de 2011, sugiro para o seu serão o filme: RANGO, uma banda desenhada bem divertida, cuja história retrata na perfeição a possibilidade de um "povo" ser dominado pelo controlo da água.
Este "povo" como todos os outros têm a necessidade de acreditar em algo e disso o poder instalado se encarregará.
Até que um dia as coisas mudam. Mas, será que conseguiram libertar-se?
Bom Filme!, e, uma boa semana!
27 de julho de 2011
12 de junho de 2011
7 de agosto de 2010
A privatização do BPN custa 4 mil milhões de euros.
O BPN custou aos portugueses 4.200 milhões.
O Governo vende BPN por 180 milhões.
Os portugueses e o país fica mais pobre em 4.020 milhões.
JN - recorte da capa.
6 de agosto de 2010
Combustíveis mais caros na próxima semana.
Outra vez? Sim, com a desculpa de sempre: O comportamento dos mercados.
Mas, ao que parece o mesmo mercado permitiu à Galp Energia lucrar 260 milhões de euros nos primeiros seis meses deste ano, mais 90,2% face a igual período do ano passado.
Ora, como dá lucro e muito, o governo faz questão de privatizar a Galp. De certeza com a boa intenção de baixar o preço do combustível e dinamizar a economia nacional...
Privatizar é errado. Confira o caso dos transportes da AML (Área Metropolitana de Lisboa)
Um Estado que privatize tudo, deixa de ser um estado social e passa a ser apenas um Estado Repressivo...
Um estado sem recursos, salvo os impostos de quem trabalha, não tem capacidade para disponibilizar serviços gratuitos, como Educação, Saúde, ..., inclusive transporte publico:
29 de julho de 2010
...em crise, qual crise?
Esvaziamento de empresas publicas em beneficio de privados. Como? Simples, os CTT vão transferir serviços para um edifico no Parque das Nações, pagando uma renda anual de 3,4 milhões à Mota-Engil, empresa esta que é liderada por Jorge Coelho*.
Não fica por aqui; ao que parece os CTT que mantêm o congelamento de salários, salvo para as chefias, vão continuar com o encargo das rendas das actuais instalações (...).
É claro, pra todos a crise né?, dizes tu!
E, logo, logo, vem a privatização dos CTT... A revolução, sim, essa também virá, não vai dar jeito, pois não, a eles, mas há-de dar ao povo!
8 de julho de 2010
Há coisas simples de resolver, ...
...não tem é havido governantes com espinha vertebral.
Do CDS ao PS passando pelo PSD, as politicas por estes realizadas tem servido sempre, e sempre o grande capital; chegada a hora da concentração de capitais, eis o que se está passar desta com a PT.
O artigo(s) abaixo (link), é, ideal para consultar o (des)conhecido percurso da PT e a necessidade de salvaguardar o interesse de portugal e dos portugueses.
Consulte também a Cronologia dos acontecimentos desde a privatização da PT retirada no "DN".
Aproveitando a onde de informação sugerida neste artigo, consulte ainda o porquê, que a venda de empresas públicas resulta numa perda importante de fontes de receitas para o estado/país, num estudo realizado pelo economista Eugénio Rosa.
...estou convicto que reforçará a ideia, de que, UE como esta, não nos faz falta alguma, e governos destes à mais de 30 anos, estamos fartos.
A luta de hoje foi mais um dos excelentes sinais que seremos capazes de dar a verdadeira e mais que necessária guinada à esquerda.
6 de julho de 2010
"Dinheiro na mão cu no chão"
O titulo é a melhor definição que me ocorre para caracterizar a selvajaria em que se encontra o negócio com a saúde, depois de iniciada a sua privatização.
"privilegiados os utentes que pagam a pronto"
Tal como já aqui foi referido em postagens anteriores. A primeira página do CM de hoje confirma que as clínicas privadas dão preferência a quem pague ainda antes do serviço prestado. Mesmo que o serviço não lhe venha agradar, a nota já está do outro lado. Sem duvida um bom negócio, mas de certeza um péssimo serviço prestado ao país, muito graças às politicas deste PS & companhia.
5 de julho de 2010
Não à destruição do Serviço Nacional de Saúde
Com a crise que afecta o país, cujas consequências nos planos económico e social são devastadoras, o Governo do PS, em vez de reforçar o Serviço Nacional de Saúde, insiste na cruzada pela sua destruição a pretexto de que o País não tem recursos para sustentar um serviço público de saúde com a matriz do português. O mesmo governo que simultaneamente financia com milhões de euros os grupos privados da saúde, nomeadamente através do escandaloso negócio da ADSE; situação de que o PCP continuará a exigir clarificação. «Ler ou ouvir na integra»
Serviço nacional de Saúde está perto da saturação...
Não é preciso sequer pensar para se saber quem têm sido os responsáveis.
Governação ao serviço do capital, lucro como objectivo principal, desacreditar e por fim desmembrar, foi a forma usada e possível para lucrar com as alternativas privadas. Além dos serviços mais lucrativos terem simplesmente passado do publico ao privado... A qualidade depende sobretudo da carteira de cada um.
Tal como o conforto e qualidade de um automóvel, a saúde por estes senhores é vista da mesma forma. Podes adquirir um Ferrari, motorizada, bicicleta ou mesmo ir a penantes. Em democracia és livre de escolher o que melhor te satisfaz (ou não).
22 de junho de 2010
José Saramago - Cadernos de Lanzarote
«Privatize-se tudo, privatize-se o mar e o céu, privatize-se a água e o ar, privatize-se a justiça e a lei, privatize-se a nuvem que passa, privatize-se o sonho, sobretudo se for diurno e de olhos abertos. E finalmente, para florão e remate de tanto privatizar, privatizem-se os Estados, entregue-se por uma vez a exploração deles a empresas privadas, mediante concurso internacional. Aí se encontra a salvação do mundo... e, já agora, privatize-se também a puta que os pariu a todos.»
José Saramago - Cadernos de Lanzarote - Diário III - pag. 148
HR
24 de maio de 2010
Privatização da GALP
As privatizações têm significado a perca de milhões por parte do estado em beneficio de canalhas...
Implicando (à posterior) a exigência de cada vez mais sacrifícios ao zé povinho.
5 de maio de 2010
Os grupos económicos e o PEC
Os milhões pagam tostões
Apresentado como solução para inverter o agravamento do défice, o PEC visa, entre outras medidas, privatizar valiosas empresas públicas e cortar nos salários, pensões e gastos sociais. O agravamento do IRS, através do congelamento das deduções específicas e da redução das deduções à colecta, é outras das propostas.
Mas o PEC não prevê qualquer agravamento do IRC sobre os lucros dos grandes grupos económicos e financeiros e nada diz sobre os milhões de euros dados em benefícios fiscais no off-shore da Madeira ou sobre o escândalo que são as taxas efectivas de IRC na banca inferiores a 15 por cento.
No final de 2009, os resultados dos cinco principais grupos financeiros tiveram um volume acumulado de lucros de 1 725 milhões de euros, apenas menos 0,3 por cento do que no ano anterior – o que para «ano de crise» não está nada mau. Os apoios financeiros permitiram que o sector financeiro privado, beneficiando de todas as medidas que o Governo tomou em seu benefício, tivesse tido uma evolução positiva, em relação a 2008, de mais 13,7 por cento.
25 de março de 2010
Privatizar para aumentar o défice!
Podia ser em Portugal, por acaso não é, podiam ser empregados do municipio, mas não são.
São empregados por conta de outrém, nada contra cada um faz o seu trabalho.
O uníco alerta que gostava de deixar é que muitas criticas foram feitas aos empregados da câmara pela mesma imagem, como tal não vale a pena desmontar o sistema público por estar "um a trabalhar e muitos a ver". Acrescentar que no fim do trabalho a factura será muito mais elevada, não porque o trabalhador ganhe mais pelo contrário, mas sim por existir o intermediário...
Privatizar/Pagar mais caro pelo mesmo serviço é baixar o défice?
n. existe mais trabalhadores no local mas não consegui apanhar tudo numa só foto, mas estão guardadas.
16 de março de 2010
O Penedo
Original aqui
É justo. O salário mensal do Penedo é de 46 mil euros. O Penedo só em2008 embolsou 655 mil euros.
O Penedo vai receber como prémio dedesempenho referente a 2009 seis meses de salário. O Penedo, o arguido, suspenso por “alegadas” ligações criminosas “cada vez que uma empresa é privatizada abre uma garrafa de champanhe”.
Ao serem anunciadas mais privatizações este Penedo irá abrir muitas mais garrafas de champanhe. E uns cerca de 300 mil euros de bónus vêm mesmo a calhar para poder distribuir champanhe por toda a escumalha que o rodeia. Escumalha sequiosa de mais privatizações para continuarem o saque.
«Privatize-se tudo, privatize-se o mar e o céu, privatize-se a água e o ar, privatize-se a justiça e a lei, privatize-se a nuvem que passa, privatize-se o sonho, sobretudo se for diurno e de olhos abertos. E finalmente, paraflorão e remate de tanto privatizar, privatizem-se os Estados, entregue-se por uma vez a exploração deles a empresas privadas, mediante concursointernacional. Aí se encontra a salvação do mundo… e, já agora, privatize-se também a puta que os pariu a todos.»
José Saramago – Cadernos de Lanzarote - Diário III – pag. 148
A TODOS!
9 de março de 2010
Ministra da saúde "preocupada com os contribuintes"
Na verdade, se estivesse efectivamente preocupada com o «dinheiro dos contribuintes» não andava, nestes vários anos que já leva de ministra da Saúde, a permitir o êxodo dos melhores especialistas de todas as especialidades médico-hospitalares do SNS para o sector privado, por não lhes garantir remunerações adequadas e carreiras seguras, para depois os contratar «à peça» e a peso de ouro aos seus novos patrões, os negociantes da Saúde, a quem, entretanto, a mesma ministra e o mesmo Governo Sócrates vão oferecendo hospitais construídos com dinheiros públicos para serem «administrados» pelos interesses privados.
As promessas de Ana Jorge já não enganam ninguém. Nem com sorrisos.
4 de fevereiro de 2010
Na educação ganham os privados
Governo levou à AR «um mau Orçamento para a Educação, que aposta em políticas votadas ao fracasso», considerou a Federação Nacional dos Professores, num comunicado em que recorda que o sector não teve, nos últimos anos, sequer as verbas consideradas indispensáveis pelos próprios governantes, já que «as palavras nunca tiveram tradução política em medidas e investimento que as confirmassem».O previsto crescimento de 0,8 por cento «nem sequer restituirá ao sector o peso relativo que tinha no OE de há seis anos». Mas um «dado relevante é o reforço anunciado de 4,8 por cento, em 2010, da despesa com o ensino privado, um subsector que, gradualmente, tem vindo a ganhar uma expressão que já não se resume à supletividade legalmente estabelecida», assinala o Secretariado Nacional da Fenprof, que subscreve a nota de 28 de Janeiro.
A federação cita um relatório recente, revelando que o ensino privado pesa mais em Portugal do que na média dos países da OCDE: no primeiro ciclo do ensino básico, o privado representa 8,5 por cento (2,9 por cento na OCDE); no terceiro ciclo, 5,5 por cento (três por cento na OCDE); no secundário, 13,5 por cento (5,3 por cento na OCDE). Só no México e no Japão, e em alguns graus de ensino nos Estados Unidos, é que o sector privado tem mais peso do que em Portugal.
16 de janeiro de 2010
Hospital impõe medicamento mais barato - o privado funciona pior!
Grupo Mello Saúde, que gere o Hospital de Braga,mudou medicação a dezenas de doentes neurológicos,obrigando-os a assinar um "consentimento informado".
Mais de uma dezena de doentes acompanhados pelo Serviço de Neurologia do Hospital de S. Marcos, estão sem receber tratamento há mais de duas semanas. Em causa está a substituição do medicamento Octagam (imunoglobulina humana normal) por Flebogamma, um outro medicamento adquirido pelo Grupo J. Mello Saúde, actual responsável pela gestão do hospital, que os doentes afirmam ter efeitos secundários "insuportáveis".
"Tomei uma vez o novo medicamento e senti-me tão mal que acabei na urgência do hospital", disse, ao JN, Sílvia Rodrigues, doente com Miastenia Grave. Sílvia, tal como outros doentes, faziam o tratamento, em média, cinco dias por mês. "Já devia ter feito a medicação há duas semanas mas não sou capaz de receber o novo remédio, o hospital deu-nos garantias de que poderíamos voltar ao medicamento anterior mas não está a cumprir", afirmou.
Para a troca do medicamento, os doentes tiveram que assinar um "Consentimento Informado" onde autorizam o novo procedimento médico e as consequências ou complicações que possam daí advir. Cada documento, para além da assinatura do paciente, tem também a assinatura do médico que acompanha o tratamento. No local destinado à descrição do procedimento médico, alguns neurologistas fizeram questão de escrever que a substituição do IGIV Octagam por Flebogamma foi "imposto pelo Conselho de Administração".
Maria Costa e Silva, mãe de Susana Pereira, uma doente de neurologia, corrobora as críticas: "O Hospital de S. Marcos está a obrigar os doentes a responsabilizarem-se pelas consequências de um medicamento que não conhecem e que nunca tomaram".
Conceição Pereira recusou assinar o consentimento para a mudança de tratamento. "Estou há quase dez anos a tomar um remédio com o qual me sinto bem e que quase me ressuscitou e agora. Só porque mudou a administração do hospital, tenho que mudar?".
Em comunicado enviado ao JN, a administração do J. Mello Saúde confirma a mudança de medicamento. "O hospital, agora inserido num grupo de saúde que faz periodicamente os seus concursos para a aquisição destes produtos, tem disponível o medicamento em causa (Flebogamma), a imunoglobulina humana, aprovada pelo INFARMED e considerada como bioequivalente à outra marca comercial em uso no país", refere o documento.
"Só conheço o Octagam"
Carlos Fontes Ribeiro, especialista em farmacologia, diz que não há estudos europeus sobre bioequivalência e que, em medicamentos biológicos, não se pode falar em medicamentos "equivalentes ou similares".
"Só conheço o Octagam e, quando prescrevo o medicamento, refiro-me sempre como sendo imunoglobulina humana", diz por sua vez José Pereira Monteiro, neurologista no Hospital de Santo António e presidente do Colégio de Especialidade de Neurologia da Ordem dos Médicos.
Sem a medicação que costumavam tomar, os pacientes tentam resistir à doença. "Muitos de nós já fizemos uma reclamação no Livro Amarelo e tentamos reunir com a administração do hospital", frisou Sílvia Rodrigues. Com a administração do S. Marcos não foi possível reunir, mas um grupo de doentes conversou com o director de serviço de neurologia do Hospital de Braga. "O médico disse-nos que era preciso poupar nas despesas, comparou o hospital com a casa de cada doente e perguntou-nos se, na nossa casa, também não fazíamos poupanças", recordou Sílvia. "Assumida a qualidade do produto, o preço é um factor tido em conta para a escolha em concurso", finaliza o comunicado do Grupo Mello Saúde.
Original aqui
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