É vergonhoso, verificar que os patrões pretendem cada vez mais utilizar os trabalhadores como se de pessoas não se trate. Esquecendo, que estes são a peça fundamental para a competividade das empresas. Que não é com trabalhadores desmotivados por falta de salário (digno) e condições de trabalho que prestam melhor serviço, bem pelo contrário.
Além!
Porque o silêncio é às vezes o caminho mais dificil, é preciso encontrar avenidas de tambores a rufar entre tantas mordaças, para construir a sempre inacabada e desejada felicidade, de viver sempre a juventude presente. Tempo de desejo é sempre tempo de Futuro.
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21 de maio de 2011
21 de julho de 2010
O meu melhor amigo é o meu patrão!
O presidente da CIP diz que não há condições para aumentar o salário mínimo para 500 euros em 2011.Coincidência!? O ano passado diziam o mesmo.
Com isto não há margem para dúvidas o esforço é mesmo de todos.
21 de maio de 2010
“O Patrioteiro”
A bem da nação o Sr. Saraiva (Presidente da CIP), pretende resolver a crise à custa dos mesmos do costume.
Retirar o subsídio de férias e 13º mês aos trabalhadores e convertê-lo em certificados de aforro.
O Sr. Saraiva e muitos Saraivas, que foram os culpados da situação a que Portugal chegou, podem prescindir dos seus subsídios de férias e de 13 º mês que nenhuma falta lhes faz.
Estes subsídios são, para 98% dos trabalhadores portugueses, uma forma de fazer face aos encargos e compromissos que não conseguem cumprir com o salário normal.
Pois bem, querem resolver a crise?
- Aplique-se uma taxa de IRC ao sector financeiro igual ao das pequenas e médias empresas; 25%.
- Fiscalize-se e acabe-se com a economia paralela que representa 25% do PIB.
- Criminalize-se as derrapagens nas obras públicas.
- Acabe-se com os paraísos fiscais e aplique-se um imposto para os 35 mil milhões d euros que, nos últimos anos, desapareceram sem pagar imposto.
- Tribute-se as mais-valias das SGPS, por onde passam grande parte dos lucros das empresas
- Invista-se na produção nacional reforçando a nossa soberania e menor dependência do estrangeiro.
- Aumente-se os salários e pensões como incentivo ao consumo interno, factor essencial para dinamizar a economia nacional.
Não meus senhores, dessas medidas que nos apresentam, estamos fartos.
- Há anos que nos pedem para apertarmos o cinto sem que a situação tenha melhorado.
- Há anos que nos pedem sacrifícios com o pretexto de baixar o deficit e ele tem aumentado.
É tempo de dizer basta.
É tempo de parar com esta política que, à custa da crise, enriquece os que estão cada vez mais ricos e empobrece os que já vivem em extrema pobreza.
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