Além!

Porque o silêncio é às vezes o caminho mais dificil, é preciso encontrar avenidas de tambores a rufar entre tantas mordaças, para construir a sempre inacabada e desejada felicidade, de viver sempre a juventude presente. Tempo de desejo é sempre tempo de Futuro.
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2 de junho de 2010

Alegre e contente é, o Poeta...

Manuel Alegre volta afirmar que não apoia as medidas do governo, mas compreende e não está contra, acrescentando que "os portugueses precisam de esperança".
Continua ainda naquele ar sorridente "Eu não estou aqui para derrubar governo nem para interferir na actividade governativa. Por isso sou um garante de estabilidade."

Mesmo que tenhamos que trabalhar a troco de sopas de cavalo cansado, não há problema para este homem, funcionem as instituições, trabalhem as empresas, os campos estejam cultivados que os direitos de quem trabalha pouco interessam ao poeta Alegre... Estabilidade governativa nem que seja a chicote...

1 de junho de 2010

Novas taxas de IRS a partir de 1 de Junho (hoje)


Estas vão já apanhar o subsídios de férias...

A antecipação em um mês permite cobrar a taxa mais elevada à maioria dos subsídios de férias que em em regra são pagos no mês anterior ao principal período de férias, que começa em Julho e termina em Setembro.

24 de maio de 2010

Saúde - Mais de 2.500 enfermeiros podem ser despedidos

Tendo em conta a falta já existente, não me parece que o interesse nacional passe pelo congelamento de novas admissões, muito menos por um despedimento em massa. (...)
Não há trabalhador que escape, é urgente unir todos os protestos.

14 de maio de 2010

Alguém disse que iam aumentar o IVA?

Registe-se:
Quando Heloísa Apolónia questionou e insistiu com o primeiro ministro, José Sócrates, no debate quinzenal na Assembleia da Republica se ia aumentar o IVA, este acusa-a de fazer “interpretações e especulações" e afirmou:
“O que vamos fazer é o que está no PEC. A senhora deputada vê lá o aumento do IVA? Não vê...”

5 de maio de 2010

Os grupos económicos e o PEC

Os milhões pagam tostões
Apresentado como solução para inverter o agravamento do défice, o PEC visa, entre outras medidas, privatizar valiosas empresas públicas e cortar nos salários, pensões e gastos sociais. O agravamento do IRS, através do congelamento das deduções específicas e da redução das deduções à colecta, é outras das propostas.

Mas o PEC não prevê qualquer agravamento do IRC sobre os lucros dos grandes grupos económicos e financeiros e nada diz sobre os milhões de euros dados em benefícios fiscais no off-shore da Madeira ou sobre o escândalo que são as taxas efectivas de IRC na banca inferiores a 15 por cento.

No final de 2009, os resultados dos cinco principais grupos financeiros tiveram um volume acumulado de lucros de 1 725 milhões de euros, apenas menos 0,3 por cento do que no ano anterior – o que para «ano de crise» não está nada mau. Os apoios financeiros permitiram que o sector financeiro privado, beneficiando de todas as medidas que o Governo tomou em seu benefício, tivesse tido uma evolução positiva, em relação a 2008, de mais 13,7 por cento.

4 de maio de 2010

Bom negócio... talvez o estado... o PEC... sei lá? Fica a ideia.

VELAS DE FÁTIMA
Velas e figuras de cera utilizadas para as promessas no Santuário de Fátima são calcadas e destruídas. Mas a cera será reciclada, para novas velas, novas figuras - e novas promessas.
gamada aqui

18 de março de 2010

PEC = corte-se e obrigue-se a + por -

corte-se no desemprego e obrigue-se os desempregados a trabalhar por ainda menos salário

Por razões que a razão desconhece o chamado Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC) chegou primeiro a Bruxelas do que à Assembleia da República, em S. Bento, Lisboa. Dirão as más línguas que o Governo pretendeu garantir primeiro o aval das instituições europeias para poder esgrimir de seguida a «excelência» da obra, mas não deixa de ser caricato que o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, classifique o PEC de «credível», ou que o ministro das Finanças do Luxemburgo e presidente do eurogrupo, Jean-Claude Juncker, elogie as «medidas corajosas» do dito, enquanto em Portugal se gorava uma reunião com as confederações patronais e sindicais porque não havia uma versão final do documento (aprovado no sábado em conselho de ministro extraordinário) e o presidente da AR fazia paciências à espera do carteiro (é uma maneira de dizer).
É claro que nada disto é inocente. Se o ditado ensina que «enquanto o pau vai e vem folgam as costas», no caso vertente o que tudo indica é que ao Governo interessa sobremaneira esta divulgação do PEC às mijinhas, perdoe-se a expressão, para apalpar terreno e tomar o pulso às reacções.

16 de março de 2010

OS RICOS QUE PAGUEM A CRISE! (PEC)

em relação ao artigo/post anterior:
-É apenas mais um dos muitos marajás que foram brotando à sombra do "centrão", sempre escarnecendo do Estado enquanto garante do equilíbrio social, fragilizando as suas estruturas e afastando as populações da sua defesa, para melhor o poderem abocanhar em benefício próprio e das classes possidentes.

-Chegou-se a tal ponto que já se ouvem vozes - que antes deram o seu "melhor" contributo para este festim - clamarem agora contra mais privatizações!

-Mais vale tarde que nunca, até porque está à vista de toda a gente que o agravamento da crise é proporcional ao desmantelamento do sector empresarial do Estado.

-Isto é: com a cedência de parcelas do Estado ao grande capital - para mais, a preços de "tremoços" - as mais valias e respectivas contribuições tributárias diminuiram drasticamente, e agora aí temos o PEC com todo o estendal de restrições sobre os salários e outras participações sociais, numa clara demonstração de que serão os pobres a pagar a crise!

-Face ao "regabofe" instalado por tais marajás, com salários e reformas acumuladas de forma obscena, é o momento apropriado para devolver a tal gente, com toda a frontalidade:

OS RICOS QUE PAGUEM A CRISE!