Além!

Porque o silêncio é às vezes o caminho mais dificil, é preciso encontrar avenidas de tambores a rufar entre tantas mordaças, para construir a sempre inacabada e desejada felicidade, de viver sempre a juventude presente. Tempo de desejo é sempre tempo de Futuro.
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19 de janeiro de 2012

A alternativa nascerá da luta de massas!

Entrevista a Jerónimo de Sousa, Secretário-geral do PCP
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A proposta de aumento do horário, sendo a mais iníqua, não pode ser desinserida de outras que estão em cima da mesa e que visam o embaratecimento e a facilitação dos despedimentos, o ataque às férias, feriados e horas extra e ...

8 de junho de 2011

Da Grã-Bretanha onde os mil mais ricos

vêm as suas fortunas aumentar em 18%, chega a notícia de que um em cada quatro alunos residentes em Londres é quase analfabeto funcional quando deixa o ensino primário, que cinco por cento dos adultos ingleses têm um nível de alfabetização equivalente a uma criança de sete anos ou menos de idade, e que uma em cada três crianças residentes em Londres não tem em casa qualquer livro.

Em Portugal há 126 mil jovens desempregados,

... dos quais apenas 10,8 mil recebem subsídio de desemprego (8,6%). No mês de Abril a taxa de desemprego já atingia os 12,6%.

27 de março de 2011

Não te deixes iludir!

Por vezes parecem-nos diferentes, mas de facto, são iguais, servem o mesmo dono, o capitalismo.

A imagem abaixo...
não é mais que uma ilusão.

Se estiveres atento, saberás distinguir... E, Tal qual como na politica, há que estar atentos e não nos deixarmos levar... Não são todos iguais, uns chumbam PEC4 porque as águas andam agitadas. E sem alternativa... vêm necessidade de trocar de personagens. Assim os possamos contrariar.

Outros por confiança num futuro diferente e possível. Por isso entendem e insistem, porque vale sim!, a pena lutar!
Que não haja dúvidas, veja/leia, 90 momentos da história deste partido.

2 de março de 2011

«A luta de massas é a mais forte ...

... de todas as moções de censura à política de direita»
 A 19 Março lá estaremos!
O caminho é a luta – e ganhar as massas trabalhadoras para a compreensão dessa realidade constitui um objectivo importante na situação actual.

Com a consciência de que o combate travado pelos trabalhadores faz-se de pequenas, médias e grandes lutas, a começar pelas acções, de importância decisiva, nas empresas e locais de trabalho – ali onde nasce a exploração desenfreada do grande capital e, com ela, a luta de classes ...

12 de fevereiro de 2011

80 anos do Jornal Avante!

«Hoje, como no tempo do fascismo, o Avante! é a voz dos que não têm voz»
Comemoramos este mês, em todo o colectivo partidário, os oitenta anos de vida do Avante!.

Fazêmo-lo com o legítimo orgulho de quem tem a consciência de que, falando do nosso jornal, estamos a falar de um caso singular na história da imprensa portuguesa.

Único jornal que durante a longa ditadura fascista nunca se deixou amordaçar nem se submeteu à censura salazarista/caetanista, o Avante! foi, nesse tempo opressivo e repressivo, a voz dos anseios e aspirações dos trabalhadores e do povo, das suas reivindicações, das suas lutas: a voz dos que não tinham voz. (+)

27 de setembro de 2010

Uma imagem de muitos casos...

«um caso em muitos mil» ... «é preciso dizer basta! a estas atrocidades»
Ainda assim tens duvidas que é preciso uma ruptura com esta politica de direita,
ora com PS, PSD, com ou sem CDS.

Mobiliza participando na Manif Quarta 29-Set-2010

3 de agosto de 2010

A camisa verde

O que me pareceu muito curioso foi que por mais de uma vez a comunicação social a que acedi se tenha mostrado especialmente sensível à camisa que Fidel envergara pelo menos numa das suas últimas saídas. Mais precisamente, à cor da camisa: era verde. Parece que aquelas camisas, verdes talvez da cor da vegetação de onde saiu um dia a revolução libertadora, implicam uma sugestão de combate que aparentemente impressiona alguns, porventura por terem consciência de haver bons motivos para que sejam combatidos.

De qualquer modo, a verdade é que Fidel não vinha armado, não trazia um revólver à cintura, muito menos uma metralhadora nas mãos octogenárias. Trazia apenas uma camisa. Verde. E o seu olhar: olhar de um homem que viu o seu país libertado quando todo o mundo ainda o via irremediavelmente entregue à exploração brutal sobre ele exercida pelo grande império da região, isto é, o olhar de um homem que vê mais longe. E pareceu-me, com razão ou sem ela, que a combinação daquela camisa, verde, e daquele olhar, resoluto e lúcido, suscitou um frémito de apreensão pelos quatro cantos do mundo. (...)

...pois agora, quando as coisas iam tão bem, aparece aquele homem em público. Vivo, manifestamente vivo, contrariando todos quantos durante anos e anos lhe vêm desejando a morte. E com uma camisa verde. Verde de combate, Verde de resistência. Verde de dizer ao mundo que Cuba está ali, e prossegue, e continua a ser credora de uma solidariedade que heróica e longamente mereceu. Verde de dizer «Si!».

Artigo aqui adaptado.
Do original de Correia da Fonseca no Avante! Consulte aqui.

1 de agosto de 2010

"Venha a nós o Vosso Reino"

Na Igreja mais ortodoxa, a fé é um simples ponto de partida. O «caminho» apontado vem depois e é implacavelmente o da obediência absoluta aos superiores e a completa lealdade e fidelidade aos princípios da Instituição, como é o caso da ordem
Os «Legionários de Cristo» e a velha conspiração.
Jorge Messias no Avante!
Leia o artigo na integra clicando aqui.

27 de julho de 2010

NÃO TRABALHAS é porque não queres, MANDRIÃO!

No País dos mandriões
A senhora, coitada, estava verdadeiramente aborrecida, desapontada, e foi assim que apareceu um dia destes nos ecrãs dos nossos televisores. Pequena empresária ou talvez média, precisava de preencher uma vaga lá na sua empresa, parece que coisa pouca, que não exigiria grande bagagem profissional, e não conseguia o empregado ou empregada que procurava. E, compreensivelmente irritada, desabafava connosco, isto é, com a câmara e o microfone da reportagem breve. Então não consta que andam por aí desempregados às mãos-cheias em busca de um posto de trabalho? Onde estão eles que não lhe aparecem ou, pelo menos, não lhe aparecem nas condições adequadas? É certo que não se chegou a saber ali quais
eram essas condições, mas é de crer que seriam satisfatórias se não óptimas e apetitosas. E das palavras da boa senhora empresária podia claramente entender-se a sua arreigada convicção: «O que eles não querem é trabalhar». Não o disse, nem tanto era aliás preciso, mas podia adivinhar-se o resto da sua pequena estória: aprendera com a televisão, grande mestra neste como em muitos outros assuntos, que está o País cheio de trabalhadores desocupados que preferem viver à sombra benfazeja do subsídio de desemprego ou, noutros casos, do famigerado RSI, o Rendimento Social de Inserção, a darem-se ao incómodo de trabalhar com todos os inconvenientes que essa opção implicaria: levantar cedo, apanhar transportes, abdicar da sesta, coisas assim. Aliás, é provável que a excelente e amargurada senhora já tivesse ouvido por mais de uma vez o dr. Paulo Portas falar muito bem e muito desembaraçadamente contra os mandriões que, não querendo trabalhar, preferem viver à custa dos que trabalham. E, se não o dr. Portas, algum dos seus discípulos, que os há vários nos programas com que a televisão, mãezinha ideológica da generalidade dos portugueses, diariamente contribui para a nossa formação.

O naufrágio e o negócio
Não me parece que a senhora empresária tenha confiado à reportagem as condições decerto generosas que

25 de julho de 2010

O Portugal das injustiças.

... o estado da nação.
A direita política e económica, tem «consciência de que não teria força nem base social bastantes para incrementar as medidas económicas e sociais que estão a fazer o País andar para trás e a cobrar uma factura dolorosa aos trabalhadores e à população». Por isso, com o seu «tacticismo», o que a direita tem feito, segundo o líder comunista, é deixar o PS «alisar o terreno e que sangre em vida para salvar a política de direita e garantir os interesses e privilégios dos poderosos, a concentração e acumulação da riqueza à custa do empobrecimento do País e da maioria dos portugueses». Leia o artigo na integra aqui.

10 de julho de 2010

A sopa como solução à crise (2)

Tinha abordado o assunto da "sopa como solução à crise" no passado Domingo (4 de Julho 2010), mas agora aproveito para publicar um artigo que achei excelente como resposta a Madame que vomitou tal comentário.

Sopa e Bolos

«Se não têm pão, que comam bolos!», foi a resposta de Maria Antonieta perante o povo que se manifestava exigindo pão.

Tirando polémicas académicas que existem e têm importância nesse exacto limite, pouca importa se a frase foi de facto pronunciada ou se tendo-o sido o foi com a intenção e o tom que rasgou os timpânos do povo francês. O que é certo é que se passaram mais de dois séculos e a frase persiste na memória colectiva, poderosa ilustração de uma élite indiferente ao sofrimento de que o seu luxo se alimenta, desligada da realidade, convencida da sua natural ou divina superioridade, candidamente capaz de todos os crimes.

É díficil não nos lembrarmos de Maria Antonieta quando ouvimos a ministra da Saúde dessa coisa moribunda, putrefacta e perigosa a que se chama «Governo de Sócrates» recomendar aos portugueses que aproveitem «a contenção que é preciso fazer, para fazerem sopa em casa e não gastarem em fast food».

Porque, como a Rainha de França, a sra. ministra do Governo que corta a direito nas prestações sociais já perdeu a noção que o povo português não precisa de conselhos piadosos sobre o que comer, mas de comida, não precisa de ser obrigado a comer sopa, mas de ser livre de comer o que precisa e quer.

Porque, como a esposa de Luis XVI, a sra. ministra do Governo que rouba nos salários dos trabalhadores para meter no bolso dos banqueiros, acha natural que apenas uma minoria de parasitas possa comer tudo o que quer e que o povo se alimente ou de sopa ou «daquelas porcarias que comem os pobres» nas palavras da Susaninha de Quino.

Porque, como Maria Antonieta, a sra. ministra do Governo que está a destruir o SNS é tão ignorante que nem se apercebe que insulta quando insulta, que mofa quando quer ser séria, que revolta quando quer acalmar.

A sra. ministra e a Coisa de que faz parte estão condenados, a própria burguesia já está a tentar parir os siameses que os substituam. Mas estas declarações ilustram apenas uma situação muito mais grave e profunda, e são o reflexo de uma reconstruída élite que orbita o grande capital monopolista. Torna-se cada dia mais urgente e necessária uma profunda ruptura com a política de direita! «in o Avante!»

img surripiada aqui

8 de julho de 2010

O verão tem coisas boas, mas há outras...

Verão atira mais 100 000 para a rua.
Vinte mil empresas fecham portas este verão. Os Bancos não emprestam dinheiro...

CGTP-IN sobre dados do desemprego
À beira dos 11 %, a taxa de desemprego divulgada na semana passada pelo Eurostat constitui o valor mais elevado desde há 30 anos e a constante subida é uma diferença para pior face à UE.

Nos números oficiais não estão milhares de desempregados (+)

18 de junho de 2010

Vasco Gonçalves, o general do povo...

Vasco Gonçalves faleceu a 11 de Junho de 2005.
A direita portuguesa – incluindo a direcção do Partido Socialista – esforçou-se nos cinco anos transcorridos desde o seu desaparecimento físico por lhe apagar o nome da História. Porquê? Precisamente porque o general Vasco Gonçalves deixou marcas profundas na Revolução de Abril, sabotada e destruída pelas forças da reacção, com a cumplicidade activa do Partido Socialista.

Encastelada no poder, a burguesia não esqueceu que o general, na sua breve passagem pelo Governo, apenas 15 meses, contribuiu decisivamente para que o povo português construísse História profunda, realizando como sujeito conquistas revolucionárias que impuseram o País ao respeito da humanidade progressista. É portanto natural que o mesmo governo que decretou luto nacional pela morte de uma vidente de Fátima tenha ignorado a do soldado revolucionário.
Foi indecorosa a atitude de Sócrates e sua gente. Mas não atingiu o objectivo. Vasco Gonçalves não foi esquecido; permanece no coração do povo português. (+)